sábado, 15 de abril de 2017

O Sabor da Liberdade

"Um bando de estrangeiros que havia no meio deles encheu-se de gula, e até os próprios israelitas tornaram a queixar-se, e diziam: "Ah, se tivéssemos carne para comer! Nós nos lembramos dos peixes que comíamos de graça no Egito, e também dos pepinos, das melancias, dos alhos porós, das cebolas e dos alhos.
Mas agora perdemos o apetite; nunca vemos nada, a não ser este maná! "
(Números 11.4-6)

Mais do que aquilo que se come, importa a condição onde se come!

Os israelitas e alguns estrangeiros que viviam no meio deles lembraram-se das comidas que tinham à disposição no Egito: carnes, peixes, cebolas, alhos...E sentiram falta delas! Porém, ignoraram a condição em que viviam naquela terra: eram escravos.

Ao sair do Egito, provaram dos milagres do Senhor, receberam direção e provisão para construir um povo consagrado ao Senhor em uma nova terra, que pertenceria a eles.

Foram estabelecidos em uma nova condição, que os permitia sonhar!
Vivenciaram uma comunhão com um Deus que em tudo cuidava deles...
Foram libertos da escravidão, agora eram um povo livre, com um propósito e um Deus presente!

No entanto, nos versículos citados acima, percebemos que os israelitas preocuparam - se tanto com aquilo que estava servido, que ignoraram a sua nova condição: agora havia uma mesa entre eles mesmos e também com o próprio Deus!

Não foque tanto no que está servido de modo a ignorar a mesa!

A mesa é uma figura para comunhão; é espaço para relacionamento, é onde você se senta com quem você se importa.  Escravos não sentavam à mesa com os seus senhores. Comiam daquilo que sobrava, à parte, em um outro espaço.  Alguém só senta em uma mesa com aqueles que quer bem e onde há uma relação de respeito.

A nova mesa estabelecida por Deus para aquele povo importava mais do que a comida que era servida.

Mais vale o sabor da liberdade do que os manjares da escravidão!

O sabor da escravidão pode ser desfrutado, mas ele não te pertence e será provado à custa de muitos açoites, com base em um relacionamento degradado, de opressão.

Aquilo que é oferecido nesta nova mesa, transbordante em liberdade, é dádiva de Deus para as nossas vidas e vem acompanhado de um relacionamento com Aquele que nos criou.

Esse era o presente mais importante que eles poderiam ter !

Como aconselhado em Provérbios 15.17, é melhor ter verduras onde há bom relacionamento do que abundância de carne, em meio a um relacionamento degradante.

Que em nossa vida, não nos deixemos enganar pelo sabor passageiro que os manjares da escravidão podem nos proporcionar. Não lutemos cegamente por eles, de tal modo que, em meio a nossos esforços, percamos a mesa que está estabelecida entre nós, nossos queridos e Deus.

Saibamos valorizar as mesas que estão postas diante de nós! Valorizemos os bons relacionamentos, a comunhão com Deus, a liberdade que possuímos em Cristo Jesus.

Acima de tudo, importe-se em estar na condição certa, com a mesa bem postada e tenha certeza de que Deus irá prover aquilo que for necessário para ser servido! Ele virá, em amor nos servirá e se sentará para ter comunhão conosco!

"É melhor ter pouco com o temor do Senhor do que grande riqueza com inquietação.
É melhor ter verduras na refeição onde há amor do que um boi gordo acompanhado de ódio. "
(Provérbios 15.16-17)

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