domingo, 13 de agosto de 2017

Conselhos de Paulo aos Jovens - Princípios para Bons Relacionamentos

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O apóstolo Paulo enviou duas cartas a Timóteo, um jovem e seu filho na fé, o aconselhando sobre várias situações, desde aquelas que envolviam o dia-dia do ministério quanto às relacionadas com a própria intimidade de seu discípulo.

Esses conselhos que Paulo encaminhou à Timóteo servem para os jovens de todas as épocas.

Estudaremos alguns desses conselhos em vários textos que serão postados aqui no blog com o título de Conselhos de Paulo aos Jovens!

Veja outros textos da série:
Conselhos de Paulo aos Jovens - Tenha cuidado de si Mesmo!
Conselhos de Paulo aos Jovens - Fuja das Doutrinas de Demônios

O estereótipo do jovem costuma ser associado a alguém que não sabe tratar as pessoas com o devido respeito.

Nos filmes, sempre há aquele adolescente/jovem que fica trancado no seu quarto e trata com desprezo as pessoas ao seu redor, não é verdade?

Porém, este não é o tipo de relacionamento que Deus quer que tenhamos!
O Senhor quer nos usar para desenvolver relacionamentos saudáveis e a partir deles, ter condições de testemunhar sobre Cristo e abençoar as pessoas que nos cercam!

Em um de seus inúmeros conselhos ao jovem Timóteo, Paulo compartilhou um princípio sobre a maneira que este deveria se portar nos seus relacionamentos, especialmente com os irmãos da fé:

"Não repreenda asperamente ao homem idoso, mas exorte-o como se ele fosse seu pai; trate os jovens como a irmãos; as mulheres idosas, como a mães; e as moças, como a irmãs, com toda a pureza." (1 Timóteo 5.1-2)

Esses versículos trazem alguns princípios para guiar os relacionamentos:

Tratar com respeito

Alguém que ama a Deus deve tratar a todos com respeito e ser amável com as pessoas que o cercam. Paulo reafirma isso em 2 Timóteo 2.24:  "Ao servo do Senhor não convém brigar mas, sim, ser amável para com todos ..." .

Por isso, devemos evitar as situações que levam a discussões sem sentido e conduzir nossos relacionamentos de maneira santa, sempre com palavras bondosas e respeitosas para com os outros.

Tratar com pureza

Os relacionamentos de quem anda com o Senhor devem ser conduzidos em pureza.
O que significa isso? Devemos desenvolver relacionamentos livres de intenções duplas, sem querer se aproveitar das pessoas que nos cercam.
Pelo contrário, devemos buscar abençoá-las, agindo de maneira justa e bem-intencionada.

Viver como rodeado de uma grande família

Paulo exemplifica o comportamento que Timóteo deveria ter com as pessoas que o cercam, utilizando como referência as figuras familiares: pai, mãe, irmãos e irmãs.

Em geral, essas são as pessoas com quem nos relacionamos com maior transparência e sinceridade, bem como derramando amor e empatia. O nosso desafio é aplicar essas mesmas características em todos os nossos relacionamentos, vivendo como rodeados por uma grande família.

Somos cercados por várias pessoas e isso tem um propósito!
Que sejamos instrumentos para abençoá-las, com relacionamentos santos, cheios de respeito, pureza, amor e sinceridade, glorificando a Cristo.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Sobre a Repreensão Cristã

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"Se for alguém da comunidade que pecar sem intenção, fazendo o que é proibido em qualquer dos mandamentos do Senhor seu Deus, será culpado.
Quando o conscientizarem do seu pecado, trará como oferta pelo pecado que cometeu uma cabra sem defeito." (Levítico 4.27-28)

O livro de Levítico esclarece princípios importantes a respeito de pecado e perdão.

No capítulo 4, o autor deixa claro que mesmo quando o pecador não sabe ou não percebe o seu pecado perante Deus, ele é culpado dele.
No entanto, somente quando esse erro é trazido à consciência, é possível realizar o sacrifício e receber o perdão.

Hoje, vivemos em uma realidade onde Jesus, o Filho de Deus, se fez sacrifício por nós e pagou o preço de todos os nossos pecados, tanto os que já aconteceram como os que virão a acontecer.
Ele é o sacrifício perfeito que cumpre todos os requisitos estabelecidos na lei e extingue a necessidade de oferecer animais para receber perdão.

Porém, o perdão é consequência de arrependimento. E este só é possível quando há a consciência do erro!

Quando nos falta essa compreensão, não teremos condição de clamar ao Senhor por perdão e poder
para avançar em santificação.
É verdade que contamos com o firme auxilio do Espírito, para compreender o que desagrada a Deus e corrigir os caminhos.

Mas Jesus nos aconselhou uma outra ferramenta, que tem sido desprezada constantemente por parte da igreja, que é a repreensão cristã.
Vejamos o que Jesus disse a respeito:

"Tomem cuidado. "Se o seu irmão pecar, repreenda-o e, se ele se arrepender, perdoe-lhe."
(Lucas 17.3)

"Se o seu irmão pecar contra você, vá e, a sós com ele, mostre-lhe o erro. Se ele o ouvir, você ganhou seu irmão. Mas se ele não o ouvir, leve consigo mais um ou dois outros, de modo que ‘qualquer acusação seja confirmada pelo depoimento de duas ou três testemunhas’.
Se ele se recusar a ouvi-los, conte à igreja; e se ele se recusar a ouvir também a igreja, trate-o como pagão ou publicano." (Mateus 18.15-17)

Não podemos ignorar a oportunidade de ser instrumentos nas mãos de Deus para promover restauração na vida dos nossos irmãos!

Precisamos nos encher de amor, humildade, mas também firmeza para indicar aos nossos próximos os propósitos e caminhos de Cristo para as suas vidas.

Não seremos nós os padrões de santidade que eles devem seguir. Mas devemos ser setas que apontam o padrão que Cristo estabelece!

Recuar diante dessa tarefa não é o comportamento que Cristo espera!
Quando nos eximimos dessa responsabilidade,  não cumprimos parte importante do processo de edificação que o Senhor nos propõe na vida dos irmãos.

Como Noiva do Senhor, devemos nos preparar para estar sem mácula ou ruga para encontrarmos o Noivo.
Que o Senhor nos use para edificar uns aos outros, a fim de O agradarmos mais a cada dia!

sábado, 29 de julho de 2017

Como entender Deus?

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"...Mas como pode o mortal ser justo diante de Deus?
Ainda que quisesse discutir com ele, não conseguiria argumentar nem uma vez em mil.
Sua sabedoria é profunda, seu poder é imenso. Quem tentou resisti-lo e saiu ileso?"
(Jó 9.2-4)

Quando estivermos diante de alguém desesperado ou até mesmo quando nós passarmos por situação de aperto, qual será a visão do caráter de Deus que estará gravada em nossa mente?

Nos capítulos de 7 a 9 do livro de , vemos um confronto de entendimentos sobre quem é Deus e como Ele se relaciona com os homens.

Cada um dos amigos de Jó e este mesmo possuíam compreensões diferentes sobre aspectos da maneira como Deus se relaciona com os homens.
Essas diferenças impactaram fortemente os seus discursos e provavelmente, o seu estilo de vida.

Como julgar qual é o modo certo de ver a Deus?
Nenhum homem é capaz de entendê-lo por completo; nossas experiências, tão fragmentadas, não dão conta de defini-lo.

A maneira que nos permite chegar mais próximos do entendimento do caráter de Deus é através daquilo que Ele mesmo revela, através de Sua Palavra.

Nisso temos grande vantagem em relação à Jó e seus amigos: vimos Deus se revelar em forma humana por amor a nós em Jesus e conhecemos a história de amor desenvolvida através dos séculos para que o homem pecador pudesse se reconciliar com o seu Criador e ser por Ele adotado como filho.

Não serão meus padrões de justiça e amor que vão julgá-lo; não é o meu senso de certo e errado, tão confuso e incoerente.

Precisamos aprender a viver a vida e passar pelas experiências que ela traz, à luz do que a Bíblia diz para nós que Deus é.

Por mais que não compreendamos o propósito por trás de certos acontecimentos, isso tem a ver com a realidade do que somos: Ele é Deus, nós somos homens; Ele é o Criador, nós as criaturas.

Precisamos de humildade para entender que não compreenderíamos todos os seus desígnios,  mesmo que nos fossem explicados cuidadosamente. Também precisamos cair na real, de que Ele não nos deve explicação.

Mesmo sem entender, quero aprender a confiar; por mais que a minha mente não consiga alcançar seus pensamentos, quero me deleitar na sua grandeza e amor sem fim!

Esforce-se em conhecer e prosseguir em conhecê-lo através da imagem de Seu filho Jesus, que deu a vida por amor a todos nós, a fim de que fôssemos perdoados para viver uma nova vida!

Quer conhecer mais sobre Jesus? Clique aqui.

sábado, 24 de junho de 2017

Você tem um Deus de estimação? - Parte II

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Em I Samuel 4, o povo de Israel e o sacerdote Eli nos demonstram quanto o relacionamento que eles possuíam com Deus estava deturpado.
Em especial, duas características do relacionamento que eles tinham com Deus devem ser advertência nos dias de hoje!

Veja a primeira característica, clicando aqui.

Abaixo a segunda característica:

2. Eles pensavam que tinham um Deus pequeno e manipulável, um "Deus de estimação".

Esse raciocínio fica exemplificado em I Samuel 4.13:

"E, chegando ele, eis que Eli estava assentado numa cadeira, olhando para o caminho; porquanto o seu coração estava tremendo pela arca de Deus..."

A Palavra nos conta que o coração de Eli estava tremendo pela arca de Deus.
Em uma leitura mais rasa, isso pode parecer sinal de um coração zeloso. No entanto, quando vemos o contexto bíblico, isso demonstra na verdade uma falta de compreensão sobre quem é Deus e sobre o tamanho do Seu poder e majestade.

Eli estava preocupado com aquele sinal de representatividade de Deus no meio do povo, mas havia se esquecido de que Deus era muito maior que aquela arca e que aquele símbolo era apenas... um simbolo!

A ausência do símbolo não indicava a perda da presença de Deus em meio ao povo! Como também a presença do símbolo no campo de batalha não garantia a vitória aos israelitas.

Porém, aquele povo havia passado a encarar a arca de maneira distorcida: o que era símbolo da presença de Deus no meio de Israel transformou-se na representação de um Deus pequeno e manipulável, um Deus de estimação, um amuleto a qual poderiam recorrer, sem a necessidade de uma relação mais profunda.

Na visão deles, bastava invocar aquele amuleto e a vitória seria certa!

No entanto, o Deus de Israel, o nosso Deus, não é um ser passível de ser contido ou administrado!
Ele não é um "Deus de estimação", para o qual basta fornecer o "sacrifício certo", falar um conjunto de "palavrinhas certas" e fazer algum afago com "cerimônias religiosas aparentemente certas" para que ele "abane o rabinho".

A partir do momento em que Israel passa a tratar com Deus de uma maneira essencialmente ritualística (focando nos ritos, mais do que no propósito por trás deles; valorizando os símbolos, mas não a relação que estas figuras invocavam) as referências sobre quem é esse Deus são desvirtuadas.

Passa-se então a uma busca de manipulação das ações de um ser divino que é incontrolável!

E assim, a nossa relação com Deus se dá hoje: vemos por aí inúmeras receitas de como alcançar certas bênçãos de Deus, o estabelecimento de barganhas e relações tão comerciais, que acabam por retratar o Senhor à semelhança de um banco ou uma loja.

No entanto, Deus não é um ser passível de manipulação! O Senhor é fogo consumidor!

É interessante ver na Bíblia homens que vieram logo após essa era de Eli tendo um entendimento mais exato do que Deus espera daqueles que se relacionam com ele.
Como Samuel, que disse o seguinte:

"...Tem porventura o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do Senhor? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros." (I Samuel 15.22)

Ou Davi:
"Pois tu não te comprazes em sacrifícios; se eu te oferecesse holocaustos, tu não te deleitarias. O sacrifício aceitável a Deus é o espírito quebrantado; ao coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus." (Salmo 51.16-17)

Diferentemente de outros falsos deuses, o Senhor sempre buscou estabelecer uma relação íntima com o seu povo.
Ele não estava em busca de religiosidade vazia e falsa, mas de um relacionamento onde o Seu caráter poderoso, justo, mas também amoroso e perdoador pudesse ser revelado.

Não há como controlar Deus! Nós é que devemos nos submeter ao Seu domínio e vontade.

Também não precisamos temer pelo Senhor!  Ele tem poder soberano sobre todas as coisas!
Alinhemos o nosso coração à Sua direção para viver um relacionamento vivo e saudável com Ele.

Devemos aprender a nos deleitar naquilo que Ele faz, pois Sua vontade é boa, perfeita e agradável.

sábado, 17 de junho de 2017

Você tem um Deus de estimação? - Parte I

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Em I Samuel 4, o povo de Israel e o sacerdote Eli nos demonstram quanto o relacionamento que eles possuíam com Deus estava deturpado.
Em especial, duas características do relacionamento que eles tinham com Deus devem ser advertência nos dias de hoje!

1. Eles perderam a direção de Deus!

O pensamento do povo de Israel estava invertido: ao invés de ouvirem a voz de Deus e obedecerem, eles pensaram que tinham um Deus cuja vontade não importava!
Após um primeiro combate com os filisteus, onde saíram derrotados e com quatro mil soldados mortos, o povo fez a seguinte afirmação:

"...Por que nos feriu o Senhor hoje diante dos filisteus? Tragamos de Siló a arca da aliança do Senhor, e venha no meio de nós, para que nos livre da mão de nossos inimigos.
Enviou, pois, o povo a Siló, e trouxeram de lá a arca da aliança do Senhor dos Exércitos, que habita entre os querubins; e os dois filhos de Eli, Hofni e Finéias, estavam ali com a arca da aliança de Deus. " (1 Samuel 4.3-4)

Perceba: eles não se colocaram diante de Deus para compreender o que havia acontecido e o porquê daquela derrota.
Sempre que Israel perdia as guerras, isso denotava um afastamento da vontade do Senhor. As autoridades e o povo, então, voltavam-se a Deus buscando identificar os seus erros, arrependiam-se, pediam perdão, santificavam-se e retornavam à batalha.

Leia Josué 7-8 e perceba o que aconteceu na batalha de Ai.

Porém, dessa vez, o povo se posicionou de forma diferente. O que se subentende da decisão dos israelitas foi que eles quiseram obrigar Deus a fazer a sua vontade: entrar em uma batalha na qual Ele não pretendia participar.

Ao levar a arca de Deus para o campo de guerra, eles pretendiam dar um xeque-mate em Deus e fazê-Lo servir aos propósitos de seus próprios corações.

Muitas vezes, esse tipo de raciocínio também está presente em nossos corações.
Ao invés de chegarmos ao Senhor orando: "Venha o teu Reino, seja feita a Tua vontade", as nossas orações parecem estar mais ligadas ao estabelecimento do nosso reino e do nosso desejo!

Pensamos que Deus está ouvindo, como um mordomo retratado em filmes americanos, pronto a cumprir os nossos caprichos! E achamos que em meio à nossa apelação, Ele será obrigado a seguir a direção que estamos indicando.

Não caia nessa cilada! Nós precisamos nos submeter ao Senhor e à Sua vontade!

Não somos nós que damos a direção, mas precisamos afinar o ouvido espiritual para entender qual é o caminho para o qual Ele quer nos dirigir.

Isso só é viável para aqueles que vivem um relacionamento profundo com Deus, debaixo da salvação que Jesus Cristo concede e do Seu senhorio.

Clique aqui para ler a segunda parte do texto.


domingo, 28 de maio de 2017

Conselhos de Paulo aos Jovens - Cuide da sua Saúde!

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O apóstolo Paulo enviou duas cartas a Timóteo, um jovem e seu filho na fé, o aconselhando sobre várias situações, desde aquelas que envolviam o dia-dia do ministério quanto às relacionadas com a própria intimidade de seu discípulo.

Esses conselhos que Paulo encaminhou à Timóteo servem para os jovens de todas as épocas.

Estudaremos alguns desses conselhos em vários textos que serão postados aqui no blog com o título de Conselhos de Paulo aos Jovens!

Veja outros textos da série:
Conselhos de Paulo aos Jovens - Tenha cuidado de si Mesmo!
Conselhos de Paulo aos Jovens - Fuja das Doutrinas de Demônios
Todos nós precisamos ser cuidadosos com a saúde!

Quando somos jovens, parece que o nosso corpo é invencível e dificilmente vemos os efeitos de maus comportamentos afetando diretamente a nossa saúde.

Porém, ao acostumarmos com atividades que negligenciam os necessários cuidados com o corpo, certamente colheremos os resultados mais à frente.

O apóstolo Paulo aconselhou Timóteo a dar importância à sua saúde e ter uma atitude prática para melhorá-la:

"Não continue a beber somente água; tome também um pouco de vinho, por causa do seu estômago e das suas freqüentes enfermidades." (1 Timóteo 5.23)

Nos dias de hoje, Paulo diria para você: "Se cuida!" e talvez, ele conversasse com você sobre as seguintes áreas:

Cuide da sua alimentação!

Nunca antes tivemos tanta oferta de comida à nossa volta, mas você já percebeu como é difícil achar uma comida verdadeiramente saudável? Ao nosso redor, temos tanta comida industrializada e elas são tão chamativas e deliciosas...Como também são ricas em açúcar e altas concentrações de substâncias que a longo prazo podem desencadear diversas doenças, como diabetes, problemas cardiovasculares, dentre outras. Além disso, há o problema da obesidade e todos os complicadores que ela traz para o físico e também para o emocional.
Por isso, cuide-se! Pratique atividades físicas, que ajudarão a queimar as calorias que o seu corpo consumir; escolha melhor os alimentos que você irá comer: um pouquinho menos de junk food e um pouquinho mais de frutas, legumes e verduras farão grande diferença na sua saúde!

Você já tomou todas as suas vacinas?

Parece tema de criança, afinal de contas, é nessa época da vida que estamos a toda hora no médico para tomar alguma vacina. Mas existem vacinas importantes que devemos reforçar ao longo da vida e podem evitar uma série de doenças, como hepatite B, tétano, difteria, sarampo, rubéola, dentre outras. Se você ainda não as tomou, procure orientação sobre como colocá-las em dia. Às vezes, um pequeno cuidado agora pode evitar uma série de inconvenientes no futuro.

Cuide da sua higiene!

Os mínimos cuidados com a higiene podem evitar várias doenças que causam inúmeros problemas. Por exemplo: segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o ato de lavar as mãos pode diminuir em 40% a incidência de doenças como diarreia, conjuntivite e resfriados.
Diante disso, é muito importante que você seja cuidadoso com a sua higiene em todos os aspectos. Isso trará benefícios gigantescos para a sua saúde!

Precisamos lembrar que o nosso corpo é o templo do Espírito Santo! (I Coríntios 6.19)
Devemos zelar por ele tanto no aspecto espiritual quanto na dimensão física, a fim de podermos vivenciar tudo o que Deus planejou para nós!

domingo, 14 de maio de 2017

Nenhum Ser Humano controla as Bênçãos de Deus!

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"Quando Israel viu os filhos de José, perguntou: "Quem são estes?"
Respondeu José a seu pai: "São os filhos que Deus me deu aqui". Então Israel disse: "Traga-os aqui para que eu os abençoe"[...]  E José tomou os dois, Efraim à sua direita, perto da mão esquerda de Israel, e Manassés à sua esquerda, perto da mão direita de Israel, e os aproximou dele.
Israel, porém, estendeu a mão direita e a pôs sobre a cabeça de Efraim, embora este fosse o mais novo e, cruzando os braços, pôs a mão esquerda sobre a cabeça de Manassés, embora Manassés fosse o filho mais velho [...] Quando José viu seu pai colocar a mão direita sobre a cabeça de Efraim, não gostou; por isso pegou a mão do pai, a fim de mudá-la da cabeça de Efraim para a de Manassés, e lhe disse: "Não, meu pai, este aqui é o mais velho; ponha a mão direita sobre a cabeça dele". Mas seu pai recusou-se e respondeu: "Eu sei, meu filho, eu sei. Ele também se tornará um povo, também será grande. Apesar disso, seu irmão mais novo será maior do que ele, e seus descendentes se tornarão muitos povos". " (Gênesis 48.8-9;13-14;17-19)

Ninguém controla as bênçãos de Deus. Ele as dá a quem quer, quando quer e na porção que quer!

O que fez com que Efraim, o filho mais novo, fosse abençoado com a mão direita, a mão forte, ao invés de Manassés, o primogênito, a quem esse privilégio estaria reservado? Não houve motivo claro.

José havia feito tudo que era recomendado pela tradição: posicionou os filhos de modo correto, cumpriu os requisitos, mas Deus decidiu orientar Jacó a quebrar este paradigma.

Às vezes, agimos do mesmo modo que José: buscamos fazer tudo certo com o objetivo de receber a bênção que esperamos.
No entanto, quando agimos assim, no fundo, não estamos aguardando bênção, esperamos paga!

Quando a nossa obediência tem como propósito sermos abençoados, nos consideramos merecedores desse favor e nesse estado, quando as coisas não acontecem como pensamos, achamos ruim, assim como José em relação à bênção concedida por seu pai (veja v.17).

Deus nos abençoa ricamente e isso não está sob nosso controle! Nem o modo, nem a hora, nem quais nem quantas serão as bênçãos!

Vida com Deus é relacionamento, não ciência. Portanto, não é uma relação exata de causa-efeito ou sobre "apertar os botões" certos, obedecer por obrigação e fazer as orações mais convenientes.

O que devemos fazer é agir corretamente, por causa do amor ao nosso Pai e não como meio de troca ou para obter créditos perante Deus.

O que devemos fazer é buscar do Senhor um coração grato como daqueles que são abençoados,  um coração servo, um coração inclinado a ser bom mordomo das ricas bênçãos que Deus coloca sobre nós.

Não gaste tempo se preocupando sobre como ser abençoado e fazendo uma coleção de coisas que te disseram para fazer, sem percepção do que efetivamente significam ou com um coração barganhador!
Não se iluda: ninguém negocia com Deus!

Esforce-se em alinhar o Seu coração a Ele em amor, aprenda a deleitar-se no seu cuidado abençoador e nas boas surpresas que Ele nos proporciona, quebrando paradigmas e nos sustentando poderosamente, para a glória dEle.

domingo, 30 de abril de 2017

A Lei e Cristo: O Aparente Fracasso que resultou na Grandiosa Vitória!

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"E o Senhor disse a Moisés:Você vai descansar com os seus antepassados, e este povo logo irá prostituir-se, seguindo aos deuses estrangeiros da terra em que vão entrar. Eles se esquecerão de mim e quebrarão a aliança que fiz com eles. Naquele dia se acenderá a minha ira contra eles e eu me esquecerei deles; esconderei deles o meu rosto, e eles serão destruídos. Muitas desgraças e sofrimentos os atingirão, e naquele dia perguntarão: Será que essas desgraças não estão acontecendo conosco porque o nosso Deus não está mais conosco?  E com certeza esconderei o meu rosto deles naquele dia, por causa de todo o mal que praticaram, voltando-se para outros deuses."
(Deuteronômio 31.16-19)

Moisés havia acabado de compartilhar toda a lei com o povo de Israel e feito um pacto para que estes seguissem ao Senhor de todo o coração.
Após isso, Deus o orienta a se preparar para a morte e revela a ele os versículos que lemos acima.

Apesar de tudo que viram e do compromisso que assumiram, os israelitas se distanciariam de Deus, da Sua lei e da obediência.

Será então que Deus fez um esforço em vão ?
Quando Deus compartilha com eles a Lei e posteriormente avisa Moisés que o povo irá se desviar daquelas ordenanças,  não estaria assumindo claramente o fracasso em tratar com aquele povo obstinado e de um coração endurecido?

A Lei não foi um esforço em vão, pois não deve ser compreendida apenas como uma avaliação onde Deus é o avaliador, julgando certo ou errado, ou quem passa e quem não passa.

A Lei demonstra quão altos são os padrões de santidade do nosso Deus, quão rígida é a Sua justiça e quão distantes nós estamos de poder cumpri - los integralmente e alcançar o padrão de justos, através do nosso próprio esforço.

O apóstolo Paulo diz em Romanos 3.20:
"Portanto, ninguém será declarado justo diante dele baseando-se na obediência à lei, pois é mediante a lei que nos tornamos plenamente conscientes do pecado."

A Lei aponta a necessidade de alguém que nos justifique e capacite a andar em justiça. Alguém que nos perdoe e dê o suprimento necessário para seguir em novidade de vida.

Este alguém só pode ser o próprio Deus! Através do seu Filho, Ele paga o preço de nossos pecados e nos justifica; através do Seu Espirito, somos capacitados a andar em fé, crendo na justiça que recebemos dEle.

Não por mérito nosso, mas por graça dEle.

Porém, ser alvo desta graca e amor, não nos acomoda. Na verdade, nos transforma: pelo fato de sermos amados, passamos a amar o Pai. Esse amor e a ação do Seu Espírito em nós, faz com que sejamos transformados a cada dia, à semelhança do Filho.

A lei não foi em vão. Ela aponta a nossa necessidade de crer em Cristo para obter perdão e salvação! Deus providenciou Seu Filho para nos trazer salvação e Seu Espírito para nos transformar à semelhança do Pai!

sábado, 15 de abril de 2017

O Sabor da Liberdade

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"Um bando de estrangeiros que havia no meio deles encheu-se de gula, e até os próprios israelitas tornaram a queixar-se, e diziam: "Ah, se tivéssemos carne para comer! Nós nos lembramos dos peixes que comíamos de graça no Egito, e também dos pepinos, das melancias, dos alhos porós, das cebolas e dos alhos.
Mas agora perdemos o apetite; nunca vemos nada, a não ser este maná! "
(Números 11.4-6)

Mais do que aquilo que se come, importa a condição onde se come!

Os israelitas e alguns estrangeiros que viviam no meio deles lembraram-se das comidas que tinham à disposição no Egito: carnes, peixes, cebolas, alhos...E sentiram falta delas! Porém, ignoraram a condição em que viviam naquela terra: eram escravos.

Ao sair do Egito, provaram dos milagres do Senhor, receberam direção e provisão para construir um povo consagrado ao Senhor em uma nova terra, que pertenceria a eles.

Foram estabelecidos em uma nova condição, que os permitia sonhar!
Vivenciaram uma comunhão com um Deus que em tudo cuidava deles...
Foram libertos da escravidão, agora eram um povo livre, com um propósito e um Deus presente!

No entanto, nos versículos citados acima, percebemos que os israelitas preocuparam - se tanto com aquilo que estava servido, que ignoraram a sua nova condição: agora havia uma mesa entre eles mesmos e também com o próprio Deus!

Não foque tanto no que está servido de modo a ignorar a mesa!

A mesa é uma figura para comunhão; é espaço para relacionamento, é onde você se senta com quem você se importa.  Escravos não sentavam à mesa com os seus senhores. Comiam daquilo que sobrava, à parte, em um outro espaço.  Alguém só senta em uma mesa com aqueles que quer bem e onde há uma relação de respeito.

A nova mesa estabelecida por Deus para aquele povo importava mais do que a comida que era servida.

Mais vale o sabor da liberdade do que os manjares da escravidão!

O sabor da escravidão pode ser desfrutado, mas ele não te pertence e será provado à custa de muitos açoites, com base em um relacionamento degradado, de opressão.

Aquilo que é oferecido nesta nova mesa, transbordante em liberdade, é dádiva de Deus para as nossas vidas e vem acompanhado de um relacionamento com Aquele que nos criou.

Esse era o presente mais importante que eles poderiam ter !

Como aconselhado em Provérbios 15.17, é melhor ter verduras onde há bom relacionamento do que abundância de carne, em meio a um relacionamento degradante.

Que em nossa vida, não nos deixemos enganar pelo sabor passageiro que os manjares da escravidão podem nos proporcionar. Não lutemos cegamente por eles, de tal modo que, em meio a nossos esforços, percamos a mesa que está estabelecida entre nós, nossos queridos e Deus.

Saibamos valorizar as mesas que estão postas diante de nós! Valorizemos os bons relacionamentos, a comunhão com Deus, a liberdade que possuímos em Cristo Jesus.

Acima de tudo, importe-se em estar na condição certa, com a mesa bem postada e tenha certeza de que Deus irá prover aquilo que for necessário para ser servido! Ele virá, em amor nos servirá e se sentará para ter comunhão conosco!

"É melhor ter pouco com o temor do Senhor do que grande riqueza com inquietação.
É melhor ter verduras na refeição onde há amor do que um boi gordo acompanhado de ódio. "
(Provérbios 15.16-17)

Quer aprender sobre como restaurar essa mesa, esse lugar de comunhão com o Criador? Clique aqui e saiba mais!

quinta-feira, 30 de março de 2017

Conselhos de Paulo aos Jovens - Seja um Exemplo

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O apóstolo Paulo enviou duas cartas a Timóteo, um jovem e seu filho na fé, o aconselhando sobre várias situações, desde aquelas que envolviam o dia-dia do ministério quanto às relacionadas com a própria intimidade de seu discípulo.

Esses conselhos que Paulo encaminhou à Timóteo servem para os jovens de todas as épocas.

Estudaremos alguns desses conselhos em vários textos que serão postados aqui no blog com o título de Conselhos de Paulo aos Jovens!

Veja outros textos da série:
Conselhos de Paulo aos Jovens - Tenha cuidado de si Mesmo!
Conselhos de Paulo aos Jovens - Fuja das Doutrinas de Demônios

"Ninguém o despreze pelo fato de você ser jovem, mas seja um exemplo para os fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé e na pureza."
(1 Timóteo 4.12)

O apóstolo Paulo encoraja Timóteo a enfrentar um cenário adverso. Aparentemente, a igreja de Éfeso estava se envolvendo em falsas doutrinas e discussões sem sentido (I Timóteo 4.7) e por conta da sua idade, Timóteo estava sendo desprezado por algumas pessoas.

As pessoas não o levavam a sério, nem valorizavam as suas iniciativas. Talvez até desmereciam algumas coisas que ele fazia.

Você já passou por alguma situação assim?

É muito ruim ser desprezado, seja lá por qual motivo for! Pode ser algo associado à condição financeira, por aparência ou até mesmo por ser muito novo, assim como Timóteo.

Às vezes, diante disso o Maligno quer gerar consequências danosas na auto-estima, tirar a nossa disposição de agir e roubar muitos propósitos que o Senhor sonha a nosso respeito!

Porém, Paulo incentiva Timóteo a não desanimar, mas tomar uma ação diferente para vencer essa dificuldade: ser um exemplo para todos os fiéis!

Esse incentivo serve para todos nós!
Deus quer nos despertar para ser modelos de conduta que possam ser imitados e reflitam à imagem de Cristo por onde andarem!

Paulo enfatiza em I Timóteo em que contextos devemos ser modelos de conduta (palavra, procedimento, amor, fé e pureza) e na epístola de Efésios, ele detalha qual deve ser o nosso comportamento em cada uma dessas áreas:

>> na palavra: "Não haja obscenidade nem conversas tolas nem gracejos imorais, que são inconvenientes, mas, ao invés disso, ação de graças." (Efésios 5.4)

"...falando entre si com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e louvando de coração ao Senhor, dando graças constantemente a Deus Pai por todas as coisas, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo. " (Efésios 5.19-20)

>> no procedimento: "Porque outrora vocês eram trevas, mas agora são luz no Senhor. Vivam como filhos da luz, pois o fruto da luz consiste em toda bondade, justiça e verdade; e aprendam a discernir o que é agradável ao Senhor." (Efésios 5.8-10)

>> no amor: "e vivam em amor, como também Cristo nos amou e se entregou por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus." (Efésios 5.2)

>> na fé (fugindo das falsas doutrinas): "Ninguém os engane com palavras tolas, pois é por causa dessas coisas que a ira de Deus vem sobre os que vivem na desobediência." (Efésios 5.6)

>> na pureza: "Entre vocês não deve haver nem sequer menção de imoralidade sexual nem de qualquer espécie de impureza nem de cobiça; pois estas coisas não são próprias para os santos."
(Efésios 5.3)

Não permita que o desprezo, seja lá por qual situação, te abata e faça você perder o melhor de Deus! Ouça o conselho do apóstolo Paulo e vença essa condição, sendo um exemplo de alguém que anda nos caminhos do Senhor!

domingo, 26 de março de 2017

Quais são os seus Limites?

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"Disse mais o Senhor a Moisés: Dê ordem aos israelitas e diga-lhes: Quando vocês entrarem em Canaã, a terra que lhes será sorteada como herança terá estas fronteiras"
(Números 34.1-2)

Deus definiu limites territoriais que Israel deveria seguir ao entrar na Terra Prometida e conquistar aquela terra.

Esta orientação passada pelo Senhor a Moisés (veja Números 34.1-12) deveria ser seguida incondicionalmente: não importava se o exército israelita permaneceria fortalecido, após a conquista de todos os territórios previstos, ou até mesmo se os exércitos dos países vizinhos estariam muito enfraquecidos, o que seria boa oportunidade de conquistar mais espaço.

Havia claramente um limite estabelecido, um perímetro que indicava até onde os israelitas deveriam chegar e dali não deveriam passar.

Por que será que atualmente temos uma visão tão negativa dos limites?

Apesar da ideia comum de que são sufocantes e aprisionadores, acima de tudo, os limites são instrumentos de proteção para nós mesmos. Eles nos protegem de nossa própria ganância e da ideia de superestimar quem somos e as nossas próprias capacidades.

Limites definem espaços onde podemos repousar da desenfreada corrida de sempre estar atrás de algo mais ou de algo melhor para passar a valorizar e cultivar aquilo que Deus tem nos permitido alcançar.

Discernir quais são os limites que devem estar ao nosso redor nos ajudará a viver uma vida melhor e mais realizada, pois é irreal achar que podemos cuidar de tudo ou que podemos ter todas as coisas; é egoísta querer só para si e acumular incontidamente.

Por exemplo:

Que tal definir o limite de ter só um(a) companheiro(a) amoroso(a) para dividir a vida?
Afinal de contas, construir uma família saudável já é um exercício bastante desafiador! Por que submeter certas pessoas a relacionamentos degradantes que em geral acabam em expectativas frustradas?

Que tal definir um limite para a quantidade de horas que iremos trabalhar por dia?
Salvo poucas exceções, as atividades que não puderam ser cumpridas em um dia de trabalho podem esperar pelo dia seguinte. Desse modo, podemos ter um tempo adequado de comunhão com a família e amigos, além de outras atividades proveitosas;

Que tal definir um limite para o preço dos bens que compramos?
Podemos ter coisas excelentes e isso é bom, mas será que os recursos que Deus coloca em nossas mãos são para que nos preocupemos apenas com a realização de nossos desejos ou precisamos aprender a partilhá-los?

Que sejamos sensíveis à doce voz do Espírito para perceber quais são os limites que devemos estabelecer ao redor da nossa vida. Neste espaço, você encontrará a condição de desfrutar alegremente daquilo que o Senhor tem lhe concedido!

domingo, 26 de fevereiro de 2017

A Verdadeira Conversão

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"Nadabe e Abiú, filhos de Arão, pegaram cada um o seu incensário, nos quais acenderam fogo, acrescentaram incenso, e trouxeram fogo profano perante o Senhor, sem que tivessem sido autorizados.Então saiu fogo da presença do Senhor e os consumiu. Morreram perante o Senhor."
(Levítico 10.1-2)

Não é o que nós achamos que temos de oferecer; não é o que nós queremos oferecer.
É o que Deus disse para ser oferecido!

Não é a minha vontade ou o que eu acho bom ou certo.
É o mandamento de Deus que deve ser obedecido!

Nadabe e Abiú morreram por fazer o que estava na mente deles, não no coração de Deus.
A Palavra diz em Êxodo 30.9, em referência ao altar de incenso: "Não oferecereis sobre ele incenso estranho, nem holocausto, nem oferta; nem tampouco derramareis sobre ele libações. "

No entanto, eles não seguiram a orientação. Para oferecer incenso, utilizaram itens que não eram aqueles orientados por Deus.
Dessa forma. eles deixaram claro que eram a sua própria lei!
Quando eu ajo conforme a minha vontade e o que eu acho bom, estou tornando-me o meu deus.

A consequência disso é certamente a morte! A morte espiritual, a morte eterna, pois não me converti ao Senhor, mas permaneço convertido a mim mesmo!

A verdadeira conversão que Deus nos chama a ter passa por desistir daquilo que considero um
caminho, para seguir O Caminho.

É largar mão das nossas incoerências e desistir de convencer os outros da nossa verdade para viver A Verdade.

Desse modo, descobriremos que aquilo que chamávamos de vida, não é nada comparável à Vida que provém dEle!

Não seja como Nadabe e Abiú, que mesmo sacerdotes, não compreenderam o propósito de Deus para as suas vidas e tentaram ter comunhão com Ele sem andar de maneira que O honrasse.

A verdadeira conversão nos transforma de dentro para fora e é resposta a um amor grandioso de Deus por nós, como o apóstolo Paulo disse aos gálatas

"Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a pela fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim."
(Gálatas 2.20)

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Permanecendo em Fé

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"O povo, ao ver que Moisés demorava a descer do monte, juntou-se ao redor de Arão e lhe disse: "Venha, faça para nós deuses que nos conduzam, pois a esse Moisés, o homem que nos tirou do Egito, não sabemos o que lhe aconteceu...Todos tiraram os seus brincos de ouro e os levaram a Arão.
Ele os recebeu e os fundiu, transformando tudo num ídolo, que modelou com uma ferramenta própria, dando-lhe a forma de um bezerro. Então disseram: "Eis aí os seus deuses, ó Israel, que tiraram vocês do Egito! " " (Êxodo 32.1;3-4).

Os israelitas haviam saído há pouco tempo do Egito, chegaram ao monte Sinai e neste lugar, Deus teve um encontro com as principais autoridades do povo. Em seguida, a glória do Senhor se estabeleceu ali e Moisés foi chamado para o interior daquilo que parecia um fogo consumidor aos olhos dos israelitas que estavam no pé do monte (Veja Êxodo 24).

Moisés obedece, sobe o monte e fica ali quarenta dias e quarenta noites, recebendo orientação da parte do Senhor.

A princípio, o povo espera, porém os dias passam e alguns começam a questionar se algo poderia ter acontecido à Moisés.

- Por que essa demora? Por que ele não vem logo?
- Afinal, já estamos muito tempo parados.
- Podemos nos tornar alvo de povos inimigos!
- Deus se esqueceu de nós...
- Temos que tomar uma posição!
- Alguém tem que fazer alguma coisa!

Essas e outras discussões podem ter surgido no meio do povo até que surgiu a proposta escabrosa levada à Arão e contada em Êxodo 32.

É fácil recriminar os israelitas por conta da produção do bezerro de ouro.

Mas o que fazemos quando o nosso plano principal parece ter falhado?

Quando as coisas estão aparentemente fora de controle, temos a tendência de buscar estabelecer o nosso próprio controle sobre elas!

Não construímos literalmente bezerros de ouro, mas por vezes, se nos sentimos sozinhos, somos tentados a tomar nossas próprias decisões e fazer coisas que não são os caminhos propostos por Deus a nós, assim como os israelitas.

Nosso coração é provado nesses momentos. Quando nos sentimos sem apoio e não conseguimos ouvir ao Senhor, é hora de demonstrar que aprendemos as lições, que reconhecemos o nosso Deus e já sabemos do Seu caráter.

As circunstâncias não podem determinar as nossas atitudes, pois se for assim, certamente bezerros de ouro serão construídos!

A nossa fé no Senhor precisa determinar o caminho, para que permaneçamos fiéis, mesmo em meio a momentos de silêncio e no emaranhado de dúvidas que possam surgir.

Nas dificuldades, não construa bezerros de ouro!
Quem permanece em fé, conhece o seu Criador e por Ele, não será esquecido!

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Perceber o Outro e Envolver-se

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José sempre teve um coração atento e sensível às necessidades das pessoas.

Quando mais novo, aparentemente parte importante de sua função era acompanhar o estado e comportamento de seus irmãos (Veja Gênesis 37.2;12-14).

O interessante é notar que mesmo em condições adversas, o seu estado de espírito não parecia tender ao egoísmo.

"Quando José foi vê-los na manhã seguinte, notou que estavam abatidos. Por isso perguntou aos oficiais do faraó, que também estavam presos na casa do seu senhor: “Por que hoje vocês estão com o semblante triste?” " (Gênesis 40.6-7)

Na prisão,  ele percebeu o semblante triste dos servos de Faraó, se envolveu com a situação deles e o Senhor proveu todo o necessário para que este envolvimento fosse abençoador: revelou o significado dos sonhos que aqueles homens tiveram (veja a historia completa em Gênesis 40.6-22)

Posteriormente, quando José foi chamado a envolver - se com a situação de Faraó na corte real,  ele foi e deixou claro que a capacidade necessária para ser um abençoador nas relações vinha de Deus (Gênesis 41.16)

O Senhor concedeu a José revelação do significado do sonho do rei do Egito e sabedoria para agir perante o cenário de fome e desolação que se desenhava, a fim de gerar livramento a diferentes povos que viviam naquela região (Gênesis 41.25-57).

Ter a mesma sensibilidade de José para perceber as necessidades dos outros nunca foi fácil e parece ser ainda mais difícil na atualidade!

Estamos muito concentrados em nós mesmos e em nossos objetivos,  de modo que nem nos damos conta das realidades que se passam ao nosso redor.

Desafio ainda maior é, ao perceber uma necessidade, nos envolvermos com ela!

A reação clássica é a indiferença: cada um com o seu problema!

Quando algo ultrapassa essa primeira grande barreira, somos tomados pelo pensamento de que não temos nem o que queremos para nós mesmos (seja o que for: tempo, disposição, dinheiro, amor e qualquer outro recurso), imagina para repartir! 

Nos esquecemos que Deus provê ricamente tudo aquilo que precisamos, quando nos envolvemos para abençoar alguém, de modo que não precisamos nos preocupar, pois não somos nós e nossos limitados recursos,  mas Deus e Sua infinita provisão. 

José parece ter entendido isso ao longo de sua vida. Sua história e seu legado ecoaram muito além dos benefícios ao povo de Israel, atingindo grande parte do Oriente.

E nós, quando abriremos os olhos para perceber o próximo ao nosso redor e nos envolvermos com suas situações, desfrutando do privilégio de ser agentes do poder transformador de Deus?

domingo, 22 de janeiro de 2017

Quais são as Lições de Deus para o seu Hoje?

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Às vezes, a gente olha para a história de personagens da Bíblia buscando entender quais foram os pontos cruciais da vida destes homens e mulheres.

Em seguida, verificamos suas decisões e replicamos as melhores opções em nossos comportamentos, na tentativa de obter os mesmos êxitos que estas pessoas obtiveram.

Quando analisamos a história de José desse modo (leia Gênesis caps. 37;39-50), podemos tirar conclusões como:

- Não compartilhe os seus sonhos com ninguém;
- Crie defesas até para com aqueles que são próximos a você;
- Sirva, mas acima de tudo, se destaque.

Essas conclusões parecem estar presentes no texto bíblico, mas no fundo, distorcem o seu sentido e não são as lições que José aprendeu.
Na verdade, o ensino de Deus a José foi além! O Senhor não concedeu a ele uma lista de atividades para fazer e obter sucesso.  O propósito final de Deus era mais elevado: a formação do seu caráter.

Olhando por essa outra perspectiva, a vida de José pode nos trazer muitas reflexões que atingem o âmago do nosso ser e mexem com a estrutura de nossos comportamentos.
Por exemplo:

- Como não sucumbir perante às agruras da vida e permanecer sendo propositivo e excelente em tudo que fazemos?
- Como não permitir que o rancor da traição, da injustiça  e do esquecimento permeie a vida e nos mate por dentro?
- Como é possível vencer todas as dificuldades e não ser transbordado por um sentimento de vingança, superioridade e busca por considerar- se "o certo"?

Por vezes, enfrentamos momentos difíceis da vida e nos concentramos em superar estes desafios. O que mais queremos é uma lista de coisas a fazer para que ventos novos venham em nossa direção e afastem o tempo nublado e pessimista de cima de nossas cabeças.

Porém, Deus usa estes cenários adversos para nos ensinar e transformar o nosso caráter à semelhança dEle!

Por isso, temos de entender quais são as lições de Deus para a nossa vida na realidade do tempo presente!
Isso nos fará caminhar mais além e amadurecer dentro do propósito do Senhor para as nossas vidas.

Foi isso que aconteceu na vida de José!
Mais do que aprender as "chaves" para superar as dificuldades e obter sucesso, devemos voltar os nossos olhos para aprender as lições que Deus quer nos ensinar!

Quais são as lições de Deus para o cenário que você enfrenta hoje?

Busque do Senhor discernimento e receba dEle entendimento daquilo que Ele está operando no seu caráter.
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