sexta-feira, 29 de maio de 2015

Amar, como Jesus nos amou!


Em seus últimos momentos, Jesus dirigiu aos seus discípulos um novo mandamento: que estes amassem o próximo, assim como Ele os amou!

"Um novo mandamento lhes dou: Amem-se uns aos outros. Como eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros. Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros".
(João 13.34-35)

Um pouco antes, Jesus havia reforçado o princípio de que os dois principais mandamentos eram: Amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo como a si mesmo, sendo a segunda parte deste principio muito semelhante ao "novo mandamento" que Ele mencionava.

Por que Ele dizia algo semelhante, porém afirmando ser um novo mandamento?

Na verdade, essa pequena mudança que Jesus realiza na estrutura do mandamento, altera drasticamente o propósito do princípio.

Anteriormente, cada pessoa era parâmetro para o mandamento. Certamente, amar os outros como a si mesmo já é um exercício que traz consigo dificuldades, mas sempre é limitado por aquilo que estamos dispostos a fazer para o nosso próprio bem.

Mas Jesus nos orienta a ir além, quando estabelece que devemos amar o próximo como Ele nos amou.

Jesus torna-se o modelo de amor a ser seguido e como o amor dele pode ser definido?

Jesus amou os seus até o fim!

"Um pouco antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que havia chegado o tempo em que deixaria este mundo e iria para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim."
(João 13.1)

Podemos compreender esse "amar até o fim" por duas óticas diferentes: amou até o fim extensivamente, por toda a sua vida de 33 anos ou por todo o seu ministério de 3 anos e isso é uma verdade; como existe também uma perspectiva intensiva: Jesus amou até o fim, entregando toda a sua vida por conta deste amor, assumindo as últimas consequências para promover aos Seus um novo caminho, um amor chamado de ágape, "sacrificial".

Quando olhamos pela ótica do novo mandamento de Jesus, o nosso amor pelo próximo é elevado a uma nova perspectiva, onde a demanda do outro ganha mais importância que a minha.

E o Senhor fala que seremos reconhecidos como seus discípulos ao amarmos desse modo, pois um amor como esse não pode ser confundido!

Que Deus nos dê misericórdia para alcançar esta estatura de amor que Ele deseja para nós.

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